A
contemporaneidade in silica apresenta
uma nova forma de relação e troca, bem estabelecida e dominante na sociedade, a
internet, que se consolidou como
maior meio de produção e, sobretudo, de comunicação. Séculos
consecutivos de domínio industrial no poder sociopolítico convergiram na soberba
indústria da informação instantaneamente disponível. Três exemplos destas novas
formas de relação e troca são as atividades publicitárias, editoriais
e laborais. Os três exemplos são
notórios nas minhas experiências e leituras do dia a dia, portanto abordados subjetivamente a seguir.
A publicidade
está intimamente relacionada a aparatos da rede virtual internet. A ligação íntima de outrora, que a mídia impressa e
eletrônica mantinha com a publicidade de produtos e serviços, é direcionada
pela mídia digital. Aplicativos, blogs
de notícias, podcasts, redes sociais
entre outros, compartilham informações de alto poder penetrante no modo de vida
das pessoas. O desejo, as paixões, são apelos de alcance global, que viraliza numa velocidade supra-humana.
Os editoriais
de origem investigativa, que promovia robustez da informação, atualmente
residem num jornalismo especulativo e não confiável de fontes amadoras. Neste
tocante, destaca-se novamente a mídia digital, haja vista que os mesmos meios e
a mesma codificação transmite a mensagem formadora de opinião: Aplicativos, blogs de notícias, podcasts, redes sociais entre outros. A sociedade está inundada de
notícias falsas, capazes de causar efeitos catastróficos, desde definir uma
eleição desastrosa até incitar terrorismo, guerras étnicas e religiosas.
O trabalho é
um constituinte da vida social vigorosamente afetado pelas mudanças
contemporâneas. Não obstante é a atividade que mais predomina na duração do ser
moderno, ora, pois estou, neste momento, trabalhando. A arqueologia do trabalho
pode nos mostrar que os últimos séculos registraram drásticas mudanças do
trabalho, que, embora mantido o mesmo significado do conceito, no contexto da
empreitada burguesa do capital, o trabalho apresenta descrições distintas ao
longo das revoluções. Destaco a revolução industrial que culminou no trabalho
braçal do operário – O proletário. Em seguida, a revolução que promoveu a era
do técnico-analista investidor – O Homo economicus
– e, por fim, a presente transformação do homem digital – Homo technologicus – que trabalha em sobretudo com planilhas e e-mail.
Ainda no
quesito trabalho, os canais da informação retornam a campo, ei-los: Aplicativos,
blogs de notícias, podcasts, redes sociais, sites relacionados ao tema etc. São
estes recorrentes meios de comunicação que expõem a realidade do homem moderno,
pois fora deste contexto há poucas condições de agenciar quaisquer formas de
atuação. Faça uma simulação e aspire a uma entrevista de colocação profissional
no mercado de trabalho atual. Recorrerá, incondicionalmente, à mídia digital
para procurar vagas e candidatar-se. Foi este o aparato que me proporcionou atuações na pesquisa clínica e nos concursos municipais de farmacêutico.
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