quarta-feira, 24 de maio de 2017

Thoughts about Love: the otimism of a latent suicidal

Sorry for those who decide to the easier things. Instead, the interesting of life are the hard ones, and this is what we usually do: love.
It brings the stoicism in to our memory, that relates passion to risks, and super-audacity to danger. But who not fall in love with little dangers? And what is the purpose of loving without risks?
Empathy for ourselves is vital. A bit of narcisism seems to be necessary, unless it becomes pathologic.
"To experience the surrounding enviroment, I have become a monster, and when I look forward to be alone, I find myself, In the darkness. And I hate monsters. Then I run, try to scape, but wherever I go, I will be there. All that left is memory destruction. Thus, by this time, I have lost the battle between ego and consciousness."
 "Looking for anwers, I have turn my mind insideout. But what I have found out there were more questions. Now I have become exposed."
Once opened, we are allowed to stimuli  experiences, then identities may be elaborated in develoment basis process. It could be considered a plagiarism of available trues?
Then we, as human being, can develop no new idea, or can, as average man, create little innovation, or as genius, deliver great and authentic progress to mankind.

Please, Copyright.

sábado, 20 de maio de 2017

Considerações sobre a surdez

CRONOTOPIA


MUNDO
A partir do século XVI houve atenção aos surdos.
Pedro Ponce de Léon, Espanhol, boticário, contratado para educação de herdeiros reais.

BRASIL
1855 – Hernest Huet, vindo da França a convite de D Pedro II. Fundou a escola INES.
1875 – Flausino José da Gama, aluno da INES, elaborou o primeiro dicionário de LIBRAS.

Língua portuguesa: mecanismo oral-auditiva
LIBRAS: visual-espacial

1)      configuração das mãos (CM)
2)      ponto de articulação (PA)
3)      Movimento (M)
4)      Orientação (Or)
5)      Expressão corporal/facial (EF/C)
Percepção do surdo visual-espacial é centralizada no objeto, seguido do sujeito e, por último a ação (verbo): O-S-V. O ouvinte segue a ordem de raciocínio S-V-O.




CONSIDERAÇÕES SOBRE A SURDEZ

O ser humano apresenta-se à vida em condições físicas e psíquicas diversas, que são entendidas através de conceitos de definição variável de acordo com uma relatividade filosófica, histórica e geográfica. Neste tocante, temos a surdez como tema. A genealogia da surdez, ou arqueologia desta, merece ser interpretada à luz da cronotopia - temporalidade e localidade - dos eventos. Portanto, pretende-se nesta dissertação abordar o povo surdo a fim de apresentar um panorama altivo dessa condição ao leitor.
Há séculos, quando éramos majoritariamente um povo medieval e rural que pouco sabia daquilo que os sentidos não alcançavam, a surdez era considerada uma condição de invalidez, a qual implicava na impossibilidade do surdo conviver no meio social e, quiçá, na clausura do surdo em situação de reclusão total. Havia povos que sacrificavam os surdos à morte, em ritos místicos, haja vista a condição primitiva que o homem de outrora vivia, onde a medicina e a religião se misturavam em meio à ignorância do ser. Ai de mim, tememos o desconhecido.
A surdez é um dos conceitos cuja definição variou no decorrer da história, ora uma doença intolerável, ora uma condição diferente da maioria. Pois bem, aprendemos mais com as diferenças que com as semelhanças, entretanto, na natureza inata do homem, as diferenças são destacadas diante dos nossos sentidos mais do que as semelhanças e a percepção daquilo que é diferente, intuitivamente, nem sempre é receptiva. Esta premissa filosófica explica a recusa inicial da inclusão dos surdos na sociedade de tempos atrás.
Ora, pois, o que há de ser ultrapassado é a ignorância que impedia o homem de compreender a condição de surdez, a qual não se caracteriza como impedimento ou inferioridade. Sim, há doenças que são causa de surdez, genéticas ou adquiridas, bem como há substâncias químicas oriundas do reino vegetal, animal ou mineral que são empregadas como panaceia e têm toxicidade potencial de causar surdez, seja na fase fetal, infantil ou adulta.
Ó pobre natureza humana, que repele o que seja diferente, que teme o que seja desconhecido, que subjuga a minoria a fim de perseverar em si enquanto ser, que protege somente sua prole e seus semelhantes numa posição permanente de cobiça, domina-te do resquício animal e emprega-te a razão! Entretanto, além de paixões deste naipe, nossa natureza também é provida de amor.
Foi a própria natureza nossa que promoveu a surdez à condição de igualdade, pois, primeiro, gente poderosa se viu diante de familiares surdos carentes de meios para libertarem-se rumo à inserção social, segundo, pessoas do bem que amaram o povo surdo assim como a si próprios promoveram grandes empreitadas a fim de dar plenitude à vida do surdo, dar acessibilidade à sociedade ouvinte majoritária, dar reconhecimento jurídico e direitos. A humanidade há de continuar evoluindo e estamos apenas no começo deste processo. Aprenda LIBRAS!

terça-feira, 2 de maio de 2017

Elogio à coragem das verdades

segunda-feira, 1 de maio de 2017

INTRODUÇÃO À PSICOLOGIA DO APRENDIZADO

UNIDADE I: PIAGET E VYGOTSKY

A partir da leitura do texto-aula, a seguinte interpretação será elaborada, com base nos conceitos valorizados do conteúdo analisado: o interacionismo sujeito objeto. Ou seja, neste sentido, pautada em relações entre dois conceitos, um subjetivo, outro objetivo.

CONSCIÊNCIA E CULTURA
Ambos os pensadores abordam o mesmo assunto, porém a partir de pontos de vistas diferentes que, assim como todos os seres, possuem cada qual sua própria individualidade. Apesar de semelhanças, os dois pensadores possuem diferenças na leitura da educação na formação do sujeito. As diferenças entre eles, nítidas no material didático do curso, tornam-se evidência de subjetividade e sustenta que, apesar de possuirmos potencia social, a atuação dependerá das condições do meio. O ambiente determinará as formas de leitura e atividade do ser. Contudo, não só o ambiente e as experiências determinarão a substância de uma pessoa, mas o inatismo que definirá as conformações orgânicas dos órgãos, metabolismo e circuitos do corpo pensante e atuante (sujeito).
O subjetivismo causado pelas experiências, onde o ambiente é causa determinadora da consciência. Ora, a educação é também determina da pela cultura do meio, haja vista que é mandatória a obediência dum programa pedagógico, pautado em interesses de um dado contexto político e econômico.

PENSAMENTO E LINGUAGEM
                A linguagem do sujeito representa a sua capacidade de identificar, ordenar, relacionar e compartilhar as suas ideias. No tocante do comparativo entre os dois pensadores, ambos apresentam uma leitura altiva, contudo, notam-se novamente dois pontos de vista diferentes, grosso modo, Piaget de dentro para fora (arbitrariedade linguística) e Vygotsky de fora para dentro (apropriação de significados sociais).
Ambos os pensadores direcionam suas ideias rumo ao condicionamento, ou seja, ao processo de recebimento de estímulos (signos) formadores de comportamento (significados). A teoria de Piaget e Vygotsky, dentre diferenças marcantes, possui uma semelhança caracterizada pelo afastamento da psicanálise (subconsciente) e uma consequente aproximação do behaviorismo (comportamento).
                A linguagem é vista como uma relação entre forma e sentido, entre signo e significado, que, através de uma codificação, resultará em troca de mensagens. Piaget não considera formas de linguagem não verbais, nem considera a (in)aptidão inata do ser como potencia de atividade e vontade. Ora, atentar-nos-emos à limitação da abordagem, pois há peculiaridades primordiais que não são consideradas pelos pensadores.
Vygotsky propõe a articulação pensamento/linguagem através do que chama de pensamento verbal, que opera, basicamente, via puros significados. Tais significados são adquiridos por apropriação e internalização de instrumentos simbólicos, por meio da interação que se estabelece com a atividade, transferidos socialmente dos mais velhos para os mais novos (educação).

INTROSPECÇÃO E COMUNICAÇÃO
                Experiências entre pessoas, segundo Vygotsky, originam a consciência do ser, através de atividades exclusivamente humanas e internalização de instrumentos interpessoais. Ou seja, o interpessoal (objeto) transforma-se em intrapessoal (sujeito) para que possa sustentar a elaboração de linguagens inteligíveis. Ora, pois, os pensadores não perceberam que pode haver compreensão no emissor, mas não no receptor. Ou ainda, a mensagem pode ter uma leitura distinta para o emissor e para o receptor, pois, contíguos a ela, nas fronteiras das percepções, existem ruídos, contextos, códigos, poliglotismos, impedimentos físicos e ou intelectuais etc. Por exemplo, mensagens são substancialmente subjetivas por meio de sinais, poesia, artes cênicas, plásticas, música e assim por diante. Ou ainda, deficiências congênitas ou adquiridas que limitem ou distorçam a comunicação.

FORMAÇÃO E INFORMAÇÃO
                       A partir dos últimos parágrafos que encerram o capítulo do texto-aula, exponho minha parresiástica opinião, não conclusiva nem exaustiva, entretanto abrangente no tocante do contexto cronológico e espacial em que vivemos.
                “Chamo aqui a atenção dos educadores para a realidade da ação na qual se envolvem quando se comprometem com o desenvolvimento humano de crianças, adolescentes e jovens, já que são os responsáveis pela condução do processo e das formas de interlocução empreendidas durante a atividade educativa. É certo que há inúmeras situações, vividas neste contexto sociocultural, que expõem os sujeitos a uma dinâmica intensa de troca, intensificando as possibilidades de aprendizagem e desenvolvimento mútuo – ensinantes e aprendizes alternam seus papéis na construção do conhecimento.” (De Castro).
“Diferentemente das situações informais, nas quais os sujeitos aprendem por imersão em ambientes culturalmente ricos e informadores, na escola, os agentes pedagógicos têm o papel explícito de interferir no processo de aprendizagem (e, portanto de desenvolvimento), provocando avanços que não ocorreriam espontaneamente. Daí ser necessariamente interessante a intervenção deliberada de outras pessoas no desenvolvimento, considerada como processo pedagógico privilegiado na escola.” (De Castro).
A escola, assim como outras instituições, acumulou influências dos períodos antigos e está em constante transformação no devir cronotópico. Trata-se de um acúmulo de saberes que tece uma relação de poder entre a instituição e a sociedade, e entre o portador do saber e o aprendiz (jovem ou adulto). Ora, os interesses das classes dominantes tem um peso grande nas decisões pedagógicas e educacionais de um Estado. Além, é dever dos cuidadores, conforme o disposto na constituição do Estado, manter o menor matriculado em escola exclusivamente reconhecida pelo sistema, que atenda rigorosamente às diretrizes curriculares estabelecidas pelas partes interessadas.
As situações informais descritas pela autora possuem, decerto, ruídos que a mídia propaga ad nauseam à massa, repletos de ruídos que causam interferências de leitura, portanto uma perversidade da comunicação. Estamos na era digital, na liquidez pós-moderna, ao alcance de informações imensuravelmente abundantes, disponíveis em rede global de comunicação, com acesso amplo e instantâneo, mas nota-se que tal ferramenta se torna objeto desfavorável ao sujeito aprendiz. Havemos de aplicar um filtro de bom senso, com juízo e crítica, naquilo que passa pela mídia informatizada.
Ora, pois a propaganda enquanto formadora de uma opinião pública tem seus conflitos de interesses que incidem diretamente na proposta da educação. A primeira com uma finalidade originalmente mercadológica e a segunda com fins humanísticos, tais como aquisição do saber, capacitação do sujeito e promoção de sua liberdade e igualdade social. Na escola, a promessa de ideias a fim de atingir o desejo do receptor, ora com interesses comerciais, ora políticos, deve ser minimizado. A mensagem deve encantar o aluno pela beleza intrínseca do saber, e não pela persuasão sistemática e oportunamente direcionada.


UNIDADE II: PSICOLOGIA E CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO

Declarada a exclusão das posições de inatismo (racionalismo) e empirismo (ambientalismo) nas obras de Piaget, para abordar o processo de aprendizado (gênese do conhecimento) com exclusividade na posição construtivista (interacionista): sujeito e objeto são partes indissociáveis que se constroem mutuamente.
Devemos, antes de prosseguir, delimitar as fronteiras para a abordagem. Considerar-se-ão dentro deste contexto apenas aqueles aptos fisicamente e válidos psicologicamente. Não obstante, sabemos das limitações idiossincráticas do ser que, meio a variedade de personalidades, expressa patologias e deficiências (adquiridas e inatas).
Piaget coloca a observação figurativa como usina de conhecimentos operativos. Os estímulos (sentidos, sensações) são digeridos e as enzimas são as experiências adquiridas no meio. Há uma imitação interiorizada a partir da identidade entre objetos e seus respectivos significados apreendidos. O desenvolvimento de um conceito é reforçado com a aquisição de experiências: percepção, assimilação e acomodação. Lembra-me o entendimento de Spinoza acerca do mesmo tema: identificação, ordenação e relação (Tratado da Inteligência).
Vygotsky abrange o entendimento sobre o processo de aquisição do conhecimento e pressupõe aspectos biológicos, sociais e culturais, que, a partir da linguagem, alcançará a cognição superior. Três são os níveis que ordenam este processo: zona de desenvolvimento potencial (capacidade/percepção), proximal (assimilação/transição) e real (acomodação/consolidação). Cabe no entendimento de Vygotsky o conceito de inatismo, pois é considerada a limitação individual no aprendizado de uma tarefa.
Wallon aborda o tema de maneira altiva ao classificar o aprendizado nos estágios impulsivo-emocional, sensório-motor e projetivo, personalismo, categorial, puberdade-adolescência e adulto. Wallon, além, pela sua formação ampla nas ciências naturais (medicina) e sociais (filosofia), considera tanto o aspecto interno de constituição de si quanto o externo de conhecimento do mundo, nos quais o sujeito constitui-se de características genéticas, históricas, e socioculturais. Aprender para Wallon pode ser, grosso modo, resumido em diferenciar-se, apreender e identificar.


UNIDADE III: SOCIEDADE E CULTURA ESCOLAR NA FORMAÇÃO COMPORTAMENTAL DOS JOVENS

                O texto torna-se contraditório a partir do momento que apresenta uma escola não autoritária, impositiva nem dominadora, entretanto a coloca como responsável pela segurança e promoção social.  Vejo que a modernidade disponibiliza a informação fartamente e livremente ao publico, via internet, livros, mídias diversas, e que a escola, portanto, deve assumir uma posição estimuladora de vontade de saber, provocar a paixão pelo conhecimento, como diria Ariano Suassuna.
                O texto expõe as implicâncias danosas à personalidade dos futuros membros sociais, que a imposição de vigilância e punição evidentemente impera ao dispor, primeiro, o professor de forma tirana, à frente, e, segundo, os alunos passivamente, recebendo informações doutrinárias de um programa de ensino estatal negociado. O aprendiz condiciona-se a absorver inquestionavelmente o que lhe for apresentado, tornando-se sujeito tolhido do poder de interpretação e atuação no saber. Ora, diria Rubem Alves, as crianças devem aprender a pensar por si próprias e a buscar as informações movidas por paixão, afinal tudo está disponível no ambiente. Não é substancial de o professor moderno repassar o que está num programa de ensino maquinalmente, isolado, de frente para a lousa e de costas aos alunos, mas provocar os últimos com a beleza libertária do conhecimento, que extravasa as limitações das ciências e das salas de aula. O aluno, enquanto sujeito, há de elaborar seus próprios predicados a partir de experiências pessoais, idiossincrasias e potencia de vontade própria, ao invés de manter-se como objeto de uma máquina educacional formadora de rebanho.
                Conforme minha leitura e baseado em minha opinião, um ponto crítico do texto é a utilização da falência da instituição familiar como premissa, a respeito da escola substituir as funções paternas e ou maternas. Grosso modo, entendo como falácia, ou pior, indução elaborada de uma conclusão ou dedução precipitada do contexto social moderno (página 46). Ao assumir esta premissa, aceitamos o colapso da vida em sociedade e, portanto, a escola perde seu sentido, seu significado de existir. Ratifico a crítica no tocante à falência familiar como premissa a partir de uma contradição exibida no trecho “É importante lembrar que os principais modelos para a construção da identidade são os pais.” (página 59).
                Diz-se da escola o espaço de formação de um indivíduo. Desta frase obtenho duas conclusões: Primeiro, a escola constitui-se como lugar formativo, e não informativo. Segundo, a escola forma indivíduos e não pessoas (aqui me refiro ao conceito de Emmanuel Mounier). É a partir da decifração íntima das mensagens que chego a uma leitura altiva do texto, apreendendo-o. Ora, basta relembrar que, apesar de pesquisas pedagógicas e outras publicações relacionadas, o programa educacional brasileiro é, aprioristicamente, reduzido ao preparo do jovem à prova de ingresso ao ensino superior (Vestibulares e ENEM). Pouco se pensa a respeito da formação personalista de sujeitos incluídos numa sociedade simbiótica e criativa. Além desta análise, pode-se analisar a escola cronologicamente, pela arqueologia do saber, da clausura e da padronização da sociedade desde a mais tenra idade. Quais são os interesses envolvidos na constituição federal que obriga os pais a manterem seus filhos escolarizados e o estado a institucionalizar seus jovens cidadãos? Quem são os mais beneficiados deste processo? Quais as relações de poder envolvidas nas altas decisões políticas de um programa educacional? Os jovens egressos estão aptos a um pensamento crítico do meio, a fim de tornarem-se atores de uma sociedade democrática? Ou, ao invés, formam-se engrenagens humanas, obedientes e necessárias à manutenção de um sistema produtivo hierarquizado? A escola que é expressão concreta da sociedade ou a sociedade que é o efeito da doutrina escolar?
                O texto expõe o tema de abuso de psicoativos, exposições a riscos, ou seja, atuação com impulsos descontrolados, de maneira utópica. Haja vista que a frugalidade é vista no texto como uma quimera da sociedade, qualquer desvio de comportamento (bullying, drogas, transgressões morais, ou legais) caracteriza-se como akrasia típica da imaturidade adolescente. Ora, pois a mente humana, seja infantil ou adulta, opera em mecanismo de recompensa, em busca de prazeres alhures que superam a razão, exceto pela prática da inteligência. É menor o número de ocorrências puramente racionais,  no dia a dia, pois agimos influenciados pelo impulso, com o mínimo de esforço e o máximo de condicionamento, ao menos que haja exposição no sentido contrário ao ambiente natural. Razão versus paixão: Os semelhantes os quais nos identificamos são, grosso modo, os apaixonados (bastam verificar com quais ídolos, figuras simbólicas, mitológicas, ícones e signos temos identidade e empatia). Tete a Tete, estranhamos e nos afastamos de comportamentos frios e distantes como, por exemplo, estoicos, monges, eremitas, iogues, filósofos monásticos etc. As diferenças, perante os nossos sentidos, são uma imediata experiência indesejável de troca, das quais tendemos a nos afastar inconscientemente. A batalha entre o ego e a consciência geralmente acaba com a vitória do primeiro. Diante desta leitura, fica evidente a gigante dificuldade em perseverar na razão, ora por causa de fuga da dolorosa realidade, ora por confortável acomodação no menor esforço. É durante a infância que primeiro experimentamos a noção de consequência e de empatia, mas, apesar de apreendê-las, tal experiência não representa diretamente à prática destas. E, se é na escola que o  tempo do jovem tem maior duração, seja por circunstâncias sociais, seja por terceirização de responsabilidade pelos cuidadores, logo é na escola que ele há de se expor a trocas e absorver os valores da vida. A escola há de se adequar ao meio, aproximando-se do ambiente onde o jovem se encontra exposto, apresentando suas praticidades, tornando-se semelhante, e se afastando da torre de marfim, estranha e dialética. Então, através da primordial construção de identidade, o jovem e a escola estarão em simbiose, alternando entre si as posições de sujeito e predicado.


A força cognitiva é tida como motor do pensamento e da conduta moral, que se transforma em estágios progressivos à medida que o sujeito experimenta interações com o ambiente, movida pela potencia de vontade e através dos sentidos inatos do ser. Havemos de selecionar nossas experiências para que, sustentando-se em meios criteriosos, cheguemos a fins vantajosos à maturidade intelectual e à adaptação. A nossa natureza, herdada geneticamente, é constitutiva, insubstituível e, portanto, usá-la-emos como nobre ferramenta de aprendizado.


'Educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo'. (Paulo Freire)





Referência:
https://drive.google.com/folderview?id=0B-gC2RGJeIlVREN3OHUwNUQtbHc