quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Nosso Papel na Sociedade


Nosso papel na Sociedade
Muita melhoria ocorreu nos últimos séculos, que elevou o tamanho da população do planeta drasticamente e também a expectativa de vida daqueles que aqui habitam. A mensagem a seguir diz respeito, de forma concisa, ao ambiente no qual vivemos e o nosso papel nele.
Dados demográficos recentes, do Brasil, calculam uma sociedade com cerca de 200 milhões de habitantes, feminina e jovem predominantemente. Porém ainda acusam um elevado analfabetismo e um subúrbio urbano concentrado, de baixa renda e desamparado pelo Estado. Não obstante, o país apresenta índices ruins no tocante à segurança pública. Aparecemos entre os primeiros do mundo quando o assunto é consumo de drogas e tamanho da população carcerária.
Considerando a população absoluta, tenho ciência da minha privilegiada formação acadêmica e das responsabilidades que esta posição social recai sobre mim. Não há uma cobrança explícita no cumprimento do nosso papel social, tampouco nos é ensinado na escola a respeito. Porém havemos de desenvolver o senso de altruidade que nos cabe naturalmente. Afinal creio que nascemos para viver em sociedade – de preferência uma sociedade justa e igual para todos.
Acredito na possibilidade de melhoria social. Acredito também na capacidade da união e da congregação para atingirmos um objetivo maior no nosso âmbito: a humanidade. Assim deve ser nas instituições educativas, sociais e, decerto, nos ambientes de trabalho. Há de ser praticar o pensamento coletivista em todas as esferas possíveis, pois estão todas entrelaçadas no nosso dia a dia.
Muita discussão é feita entre intelectuais acerca da tendência individualista que os últimos séculos imprimiram na sociedade (as melhorias tiveram suas consequências). Há uma corrente que flui neste sentido – no sentido de questionar a atual situação e das possíveis melhorias da sociedade – e agrega líderes religiosos, políticos e filosóficos que se destacam internacionalmente. Fala-se sobre a retomada do personalismo, do papel da internet e das redes sociais. Arrisca-se supor uma nova revolução social adiante.
O assunto é atual e de interesse de todos. Pois, apesar da modernidade ter impulsionado a qualidade de vida de uma parte, outra parte da humanidade permanece marginalizada. A tendência individualista pode ser uma das causas dos seguintes efeitos: agravamento da desigualdade social, consumo desenfreado, extinção de milhares espécies, esgotamento de recursos naturais, aquecimento global etc. Basta verificar, dos três milhões de anos de existência da nossa espécie, os estragos causados nos últimos dois séculos. 
Por fim, encerrando este texto, mas mantendo a discussão em aberto, confirmo minha participação nesta empreitada de melhoria continuada que a sociedade demanda. Desde o núcleo de convívio diário, seja familiar, profissional, seja ao me deparar com uma pessoa qualquer. Hei de exercitar a prática do coletivismo. Hei de fortalecer o pensamento de colaboração e altruidade dentre os meus semelhantes, acima de qualquer preconceito ou barreira moral que possam me impedir de uma ação reparadora e construtiva. Afinal, vivemos num ambiente de caráter constantemente evolutivo, a melhoria é continuada. Everyone is invited here! Save the date! Save the mankind!





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