Nosso papel na
Sociedade
Muita melhoria ocorreu nos últimos séculos, que elevou
o tamanho da população do planeta drasticamente e também a expectativa de vida
daqueles que aqui habitam. A mensagem a seguir diz respeito, de forma concisa,
ao ambiente no qual vivemos e o nosso papel nele.
Dados demográficos recentes, do Brasil, calculam uma
sociedade com cerca de 200 milhões de habitantes, feminina e jovem
predominantemente. Porém ainda acusam um elevado analfabetismo e um subúrbio
urbano concentrado, de baixa renda e desamparado pelo Estado. Não obstante, o
país apresenta índices ruins no tocante à segurança pública. Aparecemos entre
os primeiros do mundo quando o assunto é consumo de drogas e tamanho da
população carcerária.
Considerando a população absoluta, tenho ciência da
minha privilegiada formação acadêmica e das responsabilidades que esta posição social
recai sobre mim. Não há uma cobrança explícita no cumprimento do nosso papel
social, tampouco nos é ensinado na escola a respeito. Porém havemos de
desenvolver o senso de altruidade que nos cabe naturalmente. Afinal creio que
nascemos para viver em sociedade – de preferência uma sociedade justa e igual
para todos.
Acredito na possibilidade de melhoria social. Acredito
também na capacidade da união e da congregação para atingirmos um objetivo
maior no nosso âmbito: a humanidade. Assim deve ser nas instituições educativas,
sociais e, decerto, nos ambientes de trabalho. Há de ser praticar o pensamento
coletivista em todas as esferas possíveis, pois estão todas entrelaçadas no
nosso dia a dia.
Muita discussão é feita entre intelectuais acerca da
tendência individualista que os últimos séculos imprimiram na sociedade (as
melhorias tiveram suas consequências). Há uma corrente que flui neste sentido –
no sentido de questionar a atual situação e das possíveis melhorias da
sociedade – e agrega líderes religiosos, políticos e filosóficos que se
destacam internacionalmente. Fala-se sobre a retomada do personalismo, do papel
da internet e das redes sociais. Arrisca-se supor uma nova revolução social
adiante.
O assunto é atual e de interesse de todos. Pois,
apesar da modernidade ter impulsionado a qualidade de vida de uma parte, outra
parte da humanidade permanece marginalizada. A tendência individualista pode
ser uma das causas dos seguintes efeitos: agravamento da desigualdade social,
consumo desenfreado, extinção de milhares espécies, esgotamento de recursos naturais,
aquecimento global etc. Basta verificar, dos três milhões de anos de existência
da nossa espécie, os estragos causados nos últimos dois séculos.
Por fim, encerrando este texto, mas mantendo a
discussão em aberto, confirmo minha participação nesta empreitada de melhoria
continuada que a sociedade demanda. Desde o núcleo de convívio diário, seja
familiar, profissional, seja ao me deparar com uma pessoa qualquer. Hei de
exercitar a prática do coletivismo. Hei de fortalecer o pensamento de
colaboração e altruidade dentre os meus semelhantes, acima de qualquer
preconceito ou barreira moral que possam me impedir de uma ação reparadora e
construtiva. Afinal, vivemos num ambiente de caráter constantemente evolutivo,
a melhoria é continuada. Everyone is invited here! Save
the date! Save the mankind!

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